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A Expedição ocorreu nos dias 29 a 31 de agosto de 2008 com a participação de mais de 30 jipes, além de alguns carros de passeio. Com exceção dos colegas que já foram mais cedo e outros que saíram mais tarde, o principal comboio partiu de Campinas por volta da 19:30h da sexta-feira (29), seguindo pela Rodovia SP-340 (Campinas / Mogi-Mirim) até Casa Branca, onde foi feita uma parada técnica para agrupamento dos carros. Seguindo por São José do Rio Pardo, o grupo chegou em Guaxupé por volta das 22:00h, parando no restaurante Espeto Mineiro para uma primeira confraternização. Depois de algumas (muitas) cervejas, a turma seguiu para os hotéis, sendo que alguns mais animados tocaram e cantaram até de madrugada, inclusive acordando os que já tinham se recolhido. O Caio, que teve seu desempenho prejudicado, resolveu dar um banho na moçada.
Na manhã do sábado (30), após tomar o café da manhã, o grupo se reuniu no Posto Violeta para abastecer as viaturas antes de iniciar a trilha. Depois de um buzinaço na cidade, seguiu para um passeio pelo circuito das montanhas cafeeiras da região, passando por diversas fazendas de produção café e leite (inclusive a do Sr. Olavo Barbosa, o famoso “Rei do Gado”). Após vencer parte do percurso, o grupo parou na Fazenda Macenas para admirar as belezas naturais, com inúmeros ipês amarelos em flor, além tirar fotos e acompanhar um pouco das atividades dos trabalhadores do local. Seguindo em frente, o comboio percorreu um longo trecho por matas e plantações, parando no vilarejo chamado Mata do Sino para descanso e um pipi-stop, onde uma senhora gentilmente cedeu a própria casa para que todos pudessem utilizar o banheiro (atitude impensável por aqui). Pelo adiantado da hora, foi necessário “abortar” uma parte do roteiro (que previa passagem por pontos de excelente vista da natureza e visita à cachoeira D. Eufrásia), seguindo direto para a cidade de Juruaia. Após um bom lanche no restaurante do Clóvis, as esquadreiras “invadiram” as lojas de lingerie, ponto alto do comércio local, terminando na loja DeLaras, onde o Creuzebeck se encantou com uma manequim de uns 22 aninhos, aproximadamente. De volta aos hotéis, após um bom descanso, o grupo participou de um jantar com música ao vivo no Hotel-Fazenda Nova Floresta, onde a primeira dama Renata foi homenageada pelo seu aniversário. Depois o Guto animou a festa, acompanhado pelo Cesar no bom e velho chocalho e pelo Creuzebeck na percussão, que deu um show a parte pela vasta gama de instrumentos utilizados, como tampa de caixa de bolo, caixa de papelão e contêiner de lixo (parecia o Hermeto Paschoal). Além, é claro, de sermos brindados pela voz do nosso amigo Urso, gentilmente cedido pela banda Trilha do Rock. Na saída do restaurante, havia uma “alma penada” em cima do galho de uma árvore, no escuro, dando “boa-noite” aos convivas, que passavam, os quais quase tinham um peripaco. Depois, aqueles mais animados esticaram a noite tocando e catando até de madrugada novamente. No domingo (31), todos acordaram tarde e, com muita preguiça, ficaram curtindo as belezas naturais do Nova Floresta, apreciando o belo exemplar da mata atlântica, os pássaros, curtindo o barco no lago, além de dar uma pequena (por falta de tempo) volta de Jeep na fazenda (que tem uns 1300 hectares). Após reunir os integrantes do comboio (alguns tiveram que ir embora mais cedo), o grupo seguiu para a cidade de Caconde, onde visitou primeiramente a Prainha, um belo balneário à beira da represa. Passando pela barragem da usina na represa, o pessoal foi almoçar no restaurante Terra de Fogo onde se tem um ótimo visual da região. Depois de uma bela refeição com comida mineira, doces variados e café especial coado na mesa, o grupo foi visitar o Mirante, ponto mais alto da região, onde, além de se ter uma vista exuberante da represa e de toda a natureza ao redor, pode-se adquirir muita energia cósmica na pirâmide vazada. Terminada a visita o comboio seguiu em direção à cidade de São Sebastião da Grama para comprar queijo na fábrica em que todos puderam degustar o “bola”, o mais famoso queijo do local. De volta para Campinas, chegando ao pedágio de Jaguariúna, o Pedro Site ficou possante, deixando várias poças de óleo na estrada. Motivo: o câmbio da Toyota foi pro vinagre (preju!). Enquanto alguns colegas ficaram com ele esperando reboque chegar, o restante do grupo seguiu em frente, chegando em casa por volta das 20h. Esse é o resumo de mais uma expedição com a marca ESQUADRÃO DA LAMA. |