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VIAJANDO DE WILLYS PARA MONTE VERDE
Reportagem e Fotos: Ana Clara e Flávia Milanese Farah
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NO DIA 21/11/08, NOSSA FAMÍLIA PARTIU DE VALINHOS-SP COM DESTINO A MONTE VERDE, CIDADEZINHA INTERIORANA LOCALIZADA EM MINAS GERAIS, COM CLIMA FRIO, MUITA NATUREZA E TRILHAS, TUDO DE MUITO BOM GOSTO PARA AGRADAR AOS VISITANTES. FOMOS DE WILLYS. E VOLTAMOS!
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IDA - Pegamos a rodovia Dom Pedro, passamos por Piracaia e Joanópolis, onde pegamos uma estrada de terra, para nos levar até Monte Verde, lá, Flávia tomou o volante. Nessa estrada, em quanto era dia, tudo estava normal e bem calmo até cair a noite. Ah, à noite talvez tenha sido a hora mais gostosa e emocionante de nossa viagem. Os bichos começaram a aparecer e foi ficando com um clima cada vez mais intrigante, a ansiedade de chegar ao nosso destino ia relativamente aumentando a cada quilômetro que passava. Foi então que, não se sabe de onde, surgiu um coelho que, quase até o fim do percurso de terra, correu na frente do Jeep: nós parávamos ele parava, nós seguíamos, ele seguia, até que ele entrou no mato, e nós vimos a cidade a nossa frente.
CHEGADA A Monte Verde - Estávamos todos com muita fome, pois as tranqueiras que havíamos comido dentro do veículo não foram suficientes, então decidimos parar em algum restaurante do centro para jantar. Monte Verde estava incrivelmente lotada, pois em algumas cidades era feriado, não havia muito onde parar o Jeep, tivemos de dar inúmeras voltas pelo centro até estacionarmos a viatura em uma rua consideravelmente distante da pizzaria. Naquela chuva, com uma roupa lameada, foi até engraçado o fato de sermos seguidos pelos olhares de todos que já estavam lá. Depois de uma tradicional pizza Mussarela e um caldo verde para a motorista, fomos ao hotel, onde um bouquet de rosas esperava a Ana Clara, pois era seu aniversário ( a viagem foi o presente).
DURANTE - No dia seguinte fizemos muitas coisas legais: tomamos um super café da manhã, jogamos ping-pong, nadamos na piscina quentinha, fizemos sauna, comprinhas básicas, almoçamos num restaurante português maravilhoso e as crianças fizeram a parte mais esperada...andar de quadriciclo. Fizeram a maior lameira, ficaram imundos e felizes. O sorriso de satisfação em dominar com destreza a máquina, é muito bom, para eles e para os pais que ficam babando ao ver os filhos andando de quadri direitinho respeitando os outros que estavam na pista, respeitando as regras, e até dando orientações aos menores que eles.
A VOLTA - Cacá voltou dirigindo o Jeep, a estrada completamente esburacada, num pit stop o Dudu percebeu um vazamento. Fizemos um reparo na mangueira de gasolina (é preciso levar sempre ferramentas) e socamos a bota. Tudo certo com nosso Willys, valente e forte, dá um toque a mais na aventura.
JPX ACIDENTADO - Na Rodovia D. Pedro, muita chuva, piso escorregadio, enormes poças com perigo iminente de aquaplanagem. Encontramos um JPX acidentado, com o eixo traseiro quebrado. Havia rodopiado na pista e parado no canteiro central. Topo de colina, local sem visibilidade e perigoso. Paramos para ajudar - de acordo com o motorista do JPX, éramos o terceiro Jeep a passar, mas o único a parar. Aguardamos a chegada do socorro da Dersa (que, aliás, estão de parabéns, pois levaram 5 minutos para chegar ao local) e seguimos viagem.
(É lamentável que nem todos os que dirigem um off road são, de fato jipeiros. Afinal, jeep não é só um veículo, é um estilo de vida, não é pra qualquer um. Tem que ter espírito de aventura, mas a alma de companheirismo também não pode faltar, né?!)
Nossa família se sente feliz em compartilhar esses momentos com vocês!
Abraços a todos! Até a próxima pessoal!
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Flávia assumindo a pilotagem no começo
do trecho de terra - Joanópolis |

Cai a noite, um coelho segue por quilômetros à nossa
frente, aproveitando a luz do farol |

Chegada a Monte Verde, primeira parada.
Pizza, caldo verde e uma pinguinha da casa, com limão. |

Chegada ao Hotel, com mimos para a aniversariante. |

Jipeirinhos em ação na pista indoor de quadriciclos. |

Ponto mais alto do hotel, uma capela no topo da pedra |

Isso deve dar o quê? Uns 100 metros? |

Como se comportar em um restaurante chiquetésimo... |
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